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domingo, 16 de agosto de 2015

Bruxelas: bate-volta a partir de Amsterdã

No nosso último dia em Amsterdã, como já tínhamos feito tudo que planejamos na cidade, decidimos fazer um bate-volta a Bruxelas, capital da Bélgica. Compramos o bilhete de ida e volta na Estação Central no dia anterior, mas daria para comprar na hora também. O trem sai de hora em hora e a passagem de ida e volta não tem horário definido, podendo pegar qualquer um. A viagem levou cerca de 2 horas e desembarcamos na Brussel-Centraal, que é a Estação mais próxima de todas as atrações e dá para fazer quase tudo a pé.
A cidade é muito famosa pelas suas cervejas e chocolates. Em cada esquina encontramos lojas de doces, lembrancinhas, cervejas, bares, além das famosas batatas belgas. Não deixe de experimentar os famosos waffles, que são uma delícia. A partir de 1 euro, você ainda pode rechear com frutas, caldas, sorvetes, etc. O de nutella é bom demais!!!
A principal atração da cidade é a Grand Place, que é considerada uma das praças mais bonitas da Europa e é Patrimônio Mundial da UNESCO. A região é rodeada de construções medievais imponentes, com destaque para o prédio da prefeitura, o Hôtel de Ville. Nela também se encontram: a Maison du Roi (residência do Rei), a Câmara Municipal, e as Guildhalls (casa das corporações), além de lojinhas e restaurantes.
Outro símbolo da cidade bem famoso é a estátua de bronze Manneken Pis com o menino urinando, mas ela decepciona por ser tão pequenina.
A história da estátua é desconhecida, mas existem muitas lendas e fantasias criadas a respeito dela. Em épocas festivas, o Manneken se embeleza com roupas e acessórios, e dizem que o seu guarda-roupa conta com aproximadamente 800 peças.

Também passamos pela Galeria Saint-Hubert, que foi a primeira galeria coberta na Europa. Ela é formada por três arcadas. Dentro, encontramos lojas de grifes, joalherias e chocolaterias refinadas.
Bruxelas também é conhecida como a cidade das histórias em quadrinhos, como o Tintin e Smurfs, e você pode encontrar algumas estátuas deles espalhados pela cidade.

Ainda tem dois pontos turísticos bem famosos, que por ficarem um pouco mais afastados do Centro, nós não fomos (daria tempo de ir tranquilo, mas meu marido não quis, rs). São eles: o Atominum, que é uma estrutura que mede 103 metros de altura e foi construída para a Feira Mundial de 1958. É constituída por nove esferas de aço ligados por tubos, e forma um modelo de um cristal de ferro, dedicado a ciência; e o Mini mundo com maquetes de edifícios famosos de toda a Europa. Estes ficarão para uma próxima vista, rs.

Então, decidimos sentar em um de seus restaurantes, almoçar com calma, tomar um vinho e caminhar pela a cidade. No fim da tarde, retornamos a Amsterdã.

A capital Bruxelas, na minha opinião, não tem tantos pontos turísticos para visitar, então em um dia foi suficiente para conhecer os principais.

domingo, 19 de julho de 2015

Férias 2014 na Europa: Amsterdã, Bruxelas, Berlim, Praga, Budapeste e Viena

Nas nossas últimas férias do ano de 2014, decidimos realizar nossa segunda viagem pela Europa. Como já tínhamos conhecido as principais cidades europeias na primeira viagem ao continente em 2011, desta vez optamos por ir até o Leste Europeu e agregar também Amsterdã, que ficou de fora do último roteiro e queríamos muito conhecer.

O planejamento ficou assim: chegaríamos por Amsterdã na Holanda, já que tinha voo direto e noturno do Rio de Janeiro, ficamos 4 noites na cidade (incluindo uma day-trip a Bruxelas). De lá, partimos para Berlim na Alemanha, de avião (incluso no ticket de ida), também 4 noites. Depois Praga (República Checa), Budapeste (Hungria) e Viena (Áustria), ficando 3 noites em cada. Essas 3 últimas todas de trem, e por fim retornando ao Rio também num voo noturno, com uma escala em Paris. Me arrependi demais de não ter ficado uns dias em Paris, aproveitando a escala, fica para próxima.
Voamos de KLM na ida e Air France na volta. Todos os voos foram muito tranquilos e o serviço muito bom, principalmente da Air France, que para mim é a melhor das companhias que já voei. As passagens de avião compramos sempre numa agência.

Os bilhetes de trem foram todas compradas na Estação da própria cidade de origem no dia em que chegávamos. Não tivemos nenhum problema, escolhíamos o horário e o dia e comprávamos o próximo trem na bilheteria do local.

Para viagens internacionais, calculamos uma média de gastos diários de 80 euros por pessoa para comida, transportes e passeios, sem contar com as compras. Nesta viagem, esta conta foi até mais do que suficiente.

Dos seis destinos do roteiro, duas possuem moeda diferente do euro. Em Praga, utiliza-se a coroa checa e em Budapeste, o florin. A melhor opção foi levar euros e trocar lá pela moeda local, somente o necessário. Chegando lá, vimos que a maioria dos lugares aceita o euro, e é bom verificar se a conversão é ou não favorável. Por incrível que pareça, na maioria dos lugares valeu a pena pagar em euro mesmo.

Todas as hospedagens foram reservadas pelo Booking, citarei os nomes e se indico nos próximos posts.

Quanto ao clima, fomos no mês de novembro, final do outono com temperaturas variando entre 7° e 12°. No geral, pegamos tempo bom, com sol na maioria das cidades, mas bastante frio.

Foram quase 20 dias de viagem, conhecendo cidades fascinantes e super diferentes. Em breve, contarei sobre a nossa primeira parada que foi Amsterdã.