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Mostrando postagens com marcador Estados Unidos: Key West. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 13 de outubro de 2020

key West, Flórida


Nosso último destino dessa viagem pela Flórida foi Key West, no extremo sul do Estado. Saindo de Clearwater, descemos de carro até Miami, onde pernoitamos para quebrar a viagem, e logo pela manhã seguimos para Key West, cidade que já estava na minha listinha há tempos, mas que acabava sendo cortada do roteiro por não ser um local de tão fácil acesso, rs!

Key West é uma cidade insular que faz parte do arquipélago de Flórida Keys. Ela também é o ponto mais ao sul da costa leste dos Estados Unidos, localizada a cerca de 90 milhas ao norte de Cuba.  O acesso é feito por uma estrada linda, a 7 Mile Bridge, praticamente uma ponte com água dos dois lados e vários vilarejos pelo caminho. Só o visual da estrada já vale a viagem. A via é praticamente uma pista em cada sentido, passando por várias pequenas ilhas, fazendo com que o percurso seja mais lento. Pena não ter tirado fotos deste visual. :( Seguimos de carro por aproximadamente 3h30 nessa estrada. Por isso, não recomendo fazer bate e volta a partir de Miami.

Para hospedagem reservamos pelo Booking duas noites no Silver Palms Inn por 150 dólares a diária. A cidade não é barata e esse foi o melhor custo benefício que encontramos com boa localização.
A diária inclui wi-fi, café da manhã continental e estacionamento. A localização é próxima à principal rua turística da cidade, a Durval Street, em uma caminhada de 10 minutos chegamos a ela. Caminhamos bastante e fizemos tudo a pé pela cidade - isso é uma das coisas que mais nos agrada ao viajar, na verdade.

O quarto é bem confortável, novo e grande, com varanda, TV, cofre, frigobar, micro-ondas e banheiro bom. A área comum tem um bar e piscina (ganhamos dois drinks, aliás). Sobre o café da manhã, achei simples, apenas com o básico, acho que poderia ser melhor. De qualquer modo recomendo a estadia!
Foto: Booking
A cidade é pequena e super fofa. Como já comentei, a principal rua do centrinho é a Durval Street, onde estão os bares, restaurantes, lojas de roupas e souvenires.
Experimentamos a tradicional tortinha de limão, na Key Lime Shop, mas sinceramente não achei nada demais, a nossa é muito mais gostosa. E por acaso fomos a uma loja da GAP que estava com muitas promoções. Valeu a visita rs!
 
Um dos atrativos da cidade é o Sunset Celebration, o famoso pôr do sol que acontece diariamente na Mallory Square, uma praça com bares e lojinhas onde artistas de rua fazem shows. Aliás, tinha um senhor tocando brilhantemente violão ao tempo em que o sol se punha.
A praia mais linda da cidade é a Fort Zachary Beach, localizada dentro do Parque Estadual Fort Zachary Taylor, cuja entrada custa 7 dólares por veículo. A praia tem areia bem branquinha e água quente, calma e transparente. Passamos algumas horas por ali. O local que ficamos não tinha muita estrutura, apenas mesas e bancos ao melhor estilo pic-nic. Vale a pena a visita, pois é uma delícia de lugar e a praia é maravilhosa!!!
Existem outras praias na cidade que são públicas, mas bem menores e nem tão bonitas quanto essa primeira. Passamos apenas para conhecer a Smarthers Beach, Rest Beach e Higg’s Beach e South Beach.
Outro ponto turístico famoso é o Southernmost Point, o marco que indica o ponto mais ao sul do país. Dizem que é possível avistar Cuba deste ponto, mas eu não vi.
Fomos a dois restaurantes que recomendo, o primeiro foi o tradicional e já conhecido por muitos Hard Rock Café, onde comemos um hambúrguer gigante e super gostoso.
E o outro, o Willie T's, um bar na Durval St. com música ao vivo, curiosamente repleto de notas verdadeiras de dólar coladas por toda parte, onde comemos uma pizza caprichada. 
Adorei essa cidadezinha bem turística e praiana, e acho que vale muito a pena passar uns dias de relax por lá. Essa foi nossa última parada desta roadtrip pela Flórida em setembro de 2019.

De Key West voltamos direto para o aeroporto para devolver o carro e pegar nosso voo para o Brasil!!! Já pode voltar?? Amamos os Estados Unidos por sua diversidade de lugares, paisagens e atividades e ainda queremos fazer muitos roteiros na terra do Tio Sam. 


Abaixo todos os posts desta viagem e outros relacionados:


Para ver os outros posts sobre Orlando e seus Parques na viagem que fizemos em 2015, é só clicar abaixo:

Orlando: as atrações além dos parques

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Férias 2019: Flórida, a primeira com nosso baby de 1 ano

Quando engravidei, em 2018, eu já tinha em mente que a primeira viagem internacional com o nosso baby seria para os Estados Unidos, mas especificamente para o estado da Flórida. A escolha do destino se deu em função de ser um lugar de fácil acesso, com boa infraestrutura, clima ameno em qualquer época do ano, além de já termos ido algumas vezes. Levando também em consideração que eu não fiz enxoval fora, seria uma boa oportunidade para comprar algumas coisas (apesar do dólar caro, algumas coisas ainda compensam). Nossa ultima vez no país foi em 2016!
Embora tenhamos passaporte e visto válidos, tivemos que tirar para o nosso filho, que, na época, estava com 9 meses. Para emissão do passaporte, agendamos pelo site da Polícia Federal, pagamos a taxa e, na data agendada, levamos uma foto 5x7 dele (em algumas cidades a foto de bebês é feita na hora, mas em Cuiabá não) e levamos assinados os termos de autorização de viagem com menor (há diversas possibilidades, cabendo aos pais decidirem as cláusulas). De toda forma, como em cada cidade a Polícia Federal adota determinadas peculiaridades, é importante verificar no site os procedimentos e os documentos solicitados. Enfim, uma semana após o comparecimento, recebemos um e-mail para um dos responsáveis retirar o documento.

Para o visto americano, preenchemos o formulário DS 160 online, visto tipo B2, pagamos mais uma taxa e agendamos o comparecimento no Rio de Janeiro. Como eu e meu marido já tínhamos o visto, meu filho automaticamente já teve o seu aprovado. Bastou entregarmos toda a documentação no dia agendado e aguardar o documento chegar na nossa cidade via correios.

Compramos a passagem pela Gol, pois como cliente diamante temos o benefício de uma passagem cortesia por ano, que na época podia ser para qualquer destino (agora a regra mudou, só podendo ser aplicado o benefício para destinos nacionais ou para a América do Sul). A passagem para Miami estava com preço muito bom, o que também contribuiu na escolha do destino. Já sabíamos que o avião da Gol era aquele comum de voos nacionais, então nem criamos muitas expectativas. Quanto às refeições, todas foram satisfatórias.

Depois da passagem comprada, era hora de definir o roteiro. Já que chegaríamos por Miami (nossa 3ª vez, mas praticamente sempre de passagem), então aproveitamos para ficarmos uns dias na cidade. Incluímos Orlando no roteiro por estar próximo e por amarmos a Disney (foi minha terceira vez, a ultima foi em 2015 e tem vários posts no blog), principalmente meu marido. E, por fim, como sempre gosto de conhecer lugares novos quando viajo, pesquisamos várias praias no Golfo do México, optando por ir à Clearwater e Key West, essa última eu já queria conhecer faz um tempo.
Definimos os dias, reservamos os hotéis, o carro, tudo organizado, mas, na semana da nossa viagem, apareceu o Furacão Dorian, previsto para chegar no mesmo dia que a gente :o. Um dia antes, por precaução, decidimos adiar a nossa ida e volta, adaptar todo o roteiro e alterar reservas, uma baita confusão! No fim, deu tudo certo e os 15 dias ficaram divididos assim: 2 noites em Miami, 7 noites em Orlando, 3 noites em Clearwater, 1 noite em Miami novamente e 2 noites em Key West. Rodamos tudo de carro.

Alugamos o carro na Álamo, através do site Rentcar. Retiramos e devolvemos no aeroporto de Miami. Tivemos que alterar nossa reserva por conta do furacão um dia antes do combinado e o pessoal da Rentcar foi super solícito, alteraram prontamente sem custo.

Quantos à hospedagem, reservamos parte pelo Booking e, pela primeira vez, parte pelo site Hoteis.com. Gostamos bastante da experiência com esse último, pois o valor já sai em reais e ainda pode dividir em até 12 vezes no cartão de crédito. Mas é sempre bom comparar os preços, para ver onde está mais em conta. Também tivemos que cancelar o primeiro Hotel, em Miami, um dia antes por conta do furacão, e eles nos ressarciram após insistência.

Em relação aos parques da Disney, como estávamos com bebês no grupo - minha irmã e o marido estavam com meu sobrinho -, priorizamos os mais infantis e os que não tínhamos ido da última vez, em novembro de 2015. Assim escolhemos o mais mágico de todos, o Magic Kingdom, o Animal Kingdom, para conhecer a nova área do Avatar, o Sea World e o Aquática. Ao comprar os dois últimos, o Bush Gardens saía de graça. Dessa forma conhecemos três parques novos nessa viagem. Compramos os ingressos ainda no Brasil, com a Agência Agiliza Brasil, onde pagamos em moeda nacional e parcelado no cartão.
Uma coisa que fizemos desta vez e achei que valeu a pena para quem está com bebê, ou mesmo com idoso que não aguentem muito tempo de parque, ou, ainda, para quem quer economizar, foi comprar os ingressos dos dois parques Disney para meio dia. Ou seja, só podíamos entrar a partir do meio dia, o que foi ótimo porque podemos ficar até os shows da noite sem ficarmos exaustos. Esse ingresso custou uns 50 dólares mais barato que o tradicional.

Pela primeira vez, nos viajamos no mês de setembro e pegamos dias de muuuuito calor e alguns de pancadas de chuvas no fim da tarde. Fomos justo na semana do Furacão Dorian, lembrando que a temporada de furacões é de agosto a novembro. Já fomos alguns vezes em novembro e não tivemos problemas. De uma próxima vez, tentarei fugir deste mês que é mais propicio a imprevistos climáticos.

Quanto ao dólares para levar, sempre fazemos um média entre 60 e 80 dólares por pessoa por dia, dependendo do destino e estilo da viagem. Esse valor médio engloba alimentação, transporte e passeios. Dinheiro para compras e hospedagem (caso paga in loco) é sempre por fora. 

Sempre me perguntam se valeu a pena levar um bebe de 1 ano a Disney, e no nosso caso, digo que sim, nós nos divertimos muito com ele e ele amou! Mas a minha opinião é: se você nunca foi a Disney, espere seu bebe crescer mais um pouco, para vocês poderem aproveitar mais brinquedos juntos e não se frustar por não conseguir conhecer tudo! Quanto a viajar, sempre vale a pena, é bem mais trabalhoso e cansativo com crianças, mas eles se divertem tanto e aprendem muito saindo da rotina. 

Abaixo outros roteiros que fizemos pelos Estados Unidos: