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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Tampa: Busch Gardens


Após passarmos por Miami e curtirmos uns dias de parque em Orlando, seguimos nossa viagem para uma linda cidade praiana, na Flórida. A intenção desta viagem também era descansar e decidimos incluir no roteiro uma praia do Golfo do México.

Como a cidade de Tampa era caminho do nosso próximo destino e o bilhete do Busch Gardens saiu "gratuitamente" no combo Sea World e Aquática, resolvemos fazer uma parada neste trajeto para visitá-lo.
Eu estive no Busch Gardens em 1997, bota tempo nisso rs, em minha primeira vez na "Disney", e confesso que não lembrava de praticamente nada desse parque, só que tinha muitas montanhas russas radicais.

Busch Gardens fica a aproximadamente 1 hora de Orlando, e permite fazer um bate-volta tranquilamente, inclusive, foi o que fiz lá em 1997. Dessa vez, no dia em que seguimos rumo ao litoral, após o checkout no hotel em Orlando, passamos em algumas lojas pela manhã, almoçamos no Restaurante Camila's e partimos em direção à Tampa.


Eu recomendo o Busch Gardens para quem já conhece os parques de Orlando e pra quem gosta muito de montanha russa. Esse foi o último parque que fomos nessa viagem. Os próximos dias estavam reservados para descansar, no litoral!

Nossa ideia era chegar no início da tarde, mas demoramos a sair do restaurante e ainda pegamos engarrafamento na estrada... chegamos ao parque um tanto depois do previsto, e acabamos ficando beeem menos do que gostaríamos. Lembrando que esse parque também tem muitos animais e, por isso, fecha mais cedo, no caso, às 17h quando fomos em setembro. O parque também possui estacionamento (20 USD) mas acabamos nem pagando dado o avançar da hora.... O parque estava muito vazio.

Já contei que eu ando medrosa para montanha russa, mas meu marido conseguiu andar em três: na antiga e já tradicional Montu, na Sheikra, que é uma das mais temidas da Flórida, senão a mais, e na Tigris, uma montanha russa de arremesso que atinge cerca de 100km/h (de frente e de ré) e que era a mais nova atração do parque (inaugurada em 2019).
Este parque é bem grande e infelizmente só desfrutamos de uma pequena parte, pois tivemos pouco tempo disponível. Enquanto meu marido corria pelo parque (literalmente!) atrás das montanhas russas, eu fui dar uma volta com o baby para ver os animais, que são muitos, aliás. Vimos pinguins, crocodilos, macacos, leões, girafa etc. Tudo caminhando a pé. Os animais estavam em áreas fechadas e seguras. 
A única atração que eu fui foi o trem Serengeti Railway, que dá a volta turística no parque. Assim pudemos observar um pouco mais os animais e as várias montanhas russas.

Eu recomendo o Busch Gardens para quem já conhece os parques de Orlando e pra quem gosta muito de montanha russa. Esse foi o último parque que fomos nessa viagem. Os próximos dias estavam reservados para descansar, no litoral!

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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Orlando 2019: Aquática


Aquática foi o primeiro e único parque aquático que conhecemos em Orlando. Mesmo sendo nossa terceira visita à cidade, nunca tínhamos ido a um parque aquático, pois nunca foi nossa prioridade. Decidimos ir desta vez para conhecermos um, porque o ingresso ficava muito barato no combo com o Sea World e o Busch Gardens, e também porque setembro é um mês muito quente!!! Então juntamos vários motivos e a experiência foi super válida. 
O Parque faz parte do Complexo Sea World e possui algumas atrações com animais marinhos também. Ele ficava bem ao lado do nosso hotel, bem pertinho mesmo. Não é um parque dos maiores e nem novo, mas achei-o bem conservado e bonito. O parque também tem estacionamento no valor de 5 dólares, e aluguel de armário para guardar os pertences, mas nos não utilizamos.

Ao chegarmos seguimos até a piscina de ondas, que fica numa área como se fosse uma praia, com areia, cadeiras e guarda-sóis. Por ali deixamos nossos pertences.
Nessa região ficam duas piscinas de ondas: a Cutback Cove e Big Surf Shores. Essa última estava fechada para treinamento de guarda-vidas. Elas são bem parecidas, sendo que uma tem ondas mais fortes, e de tempos em tempos um alarme anuncia as ondas.
O primeiro brinquedo que fomos foi o KareKare Curl, que fica ao lado da piscina. É a mais nova atração do parque. Trata-se de um tobogã em boia dupla, bem rápido e com uma descida bem íngreme que te joga num paredão. Achei bem radical.
Por ali também ficam dois toboáguas mais tranquilos. O primeiro é o Whanau Way, que possui quatro descidas de boias duplas com percursos sinuosos, altura razoável, que caem numa mesma piscina.
O outro, que fica bem ao lado, é bem parecido, Omaka Rocka, só que com boia individual num percurso curvo que no meio do caminho força a mudança de direção, fazendo com que a pessoa desça de costas. Um pouquinho menos leve que o anterior.

O brinquedo mais radical do parque - e um dos mais famosos também - é o Ihu’s Breakaway Falls. São cápsulas individuais fechadas em que a pessoa entra e aguarda o chão repentinamente abrir-se aos seus pés, forçando uma queda praticamente livre a uma altura de 24 metros! Só meu marido se aventurou nessa loucura... 
Almoçamos no Banana Beach Cook Out, que oferece pizzas, massas e saladas a uma média de  15 dólares por refeição. 
Depois do almoço fomos aos rios de correntezas, que são dois. O Roas Rapids, que alterna correntezas rápidas e leves durante o trajeto com colete salva vidas. 
E o Loggerhead Lane, que é uma correnteza bem levinha, em boias duplas, bem tranquilo, passando por aquários de peixes e pequenas cachoeirinhas. Esse segundo é ideal para crianças pequenas.
O último que fomos foi o Ray Raush, que também é uma atração nova no parque. Uma boia para 4 pessoas que desce em alta velocidade passando por túneis abertos e fechados e com um redemoinho ao final. Esse também é um pouquinho radical pro meu gosto, mas gostoso.
Também tem uma área para crianças brincarem, a Walkabout Waterscom escorregas, piscinas, baldes, duchas etc.
Além desses há outras atrações que não fomos. Dentre elas, destaco O Dolphin Plunge, que é conhecido por passar por dentro de um aquário de golfinhos, mas que dizem que você não consegue ver nada devido a velocidade. E há também o Taumata Racer, que são oito toboáguas em que se desce de tapete e de bruços numa espécie de corrida para ver quem chega primeiro à piscina.
Nós não ficamos muito tempo no parque, pois estávamos com um bebê, e por isso que não conseguimos ir a muitas atrações. Mas achei que valeu o passeio e acho legal incluir pelo menos um parque aquático quando visitar Orlando.


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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Orlando 2019: Sea World

Escolhemos visitar o Sea World nesta viagem porque não o fizemos em 2015 e também porque o parque possui muitas atrações para crianças e montanhas russas consideradas bem radicais. Quanto aos ingressos, compramos um combo que dava direito ao Sea World, ao Aquática e ao Busch Gardens, que fazem parte do mesmo grupo.
Como o parque tem muitos animais, o horário de funcionamento costuma ser mais restrito. Naquele dia, em setembro, fechava às 17h. Então, nesse caso, o ideal é chegar o mais cedo possível, próximo da abertura do parque. Como eu já comentei, ele ficava bem pertinho do hotel que estávamos hospedados. Do outro lado da rua, praticamente. Dava para ver uma de suas montanha russas da janela (com direito a ouvir os gritos rs!).
Chegando ao Parque, a primeira atração que fomos foi o Orca Encounter, no Shamu Stadium, o famoso show das baleias, que é muito lindo!!! São dois shows por dia, é preciso ficar atento aos horários.
Antes do show tentamos ir no Wild Artic, um simulador bem ali pertinho, mas estava fechado e não conseguimos saber o porquê. Só conseguimos ver uns aquários com animais polares sendo alimentados por instrutores.
Depois do show, fomos para uma das atrações mais legais, que é o Infinity Falls: um bote que navega por correntezas e que, mais ao fim do trajeto, é erguido em um elevador até um topo de 12 mts de altura, de onde cai em uma descida bem gostosa e suave. Se prepare para sair bem molhado. Este brinquedo estava com muita fila, esperamos cerca de uma hora.
Seguimos caminhando até o Shark Encounter, um aquário com vários animais, voltado para crianças.
Depois de almoçarmos, fomos para o Empire of the pinguins, uma atração para a família toda. Lá dentro você pode escolher a opção leve ou radical, e como estávamos com duas crianças, optamos pela leve. É um carrinho giratório que vai percorrendo os cenários da Antártica. E no fim, podemos ver muitos pinguins. A atração é bem congelante e eu não achei nada demais, só vale a pena por causa dos pinguins. A fila também era grande aqui. 
A próxima atração foi o show dos leões marinhos, Clyde and Seamore’s Sea Lion High, mas confesso que achei fraquinho, embora os animais sejam bem espertos.
O último show que assistimos foi o Dolphin Days, o show dos golfinhos que é super fofo também!
Eu não fui a nenhuma montanha russa, mas meu marido foi na Mako, que é a mais nova do parque e é considerada a mais rápida, alta e longa da cidade. Segundo ele, essa é a melhor de Orlando, a descida inicial não tem igual, parece que nunca acabará. 
E foi na Manta também, que simula uma arraia que imbica em alta velocidade em direção a alguns pontos alagados, jogando água pro alto. Segundo meu marido, essa é um nível abaixo da Mako, apesar de o passageiro ir dependurado na horizontal, olhando para o chão :O.
Além dessas, ainda tem a Kraken, que não chegamos a conhecer.

E a última atração foi a Journey to Atlantis, um barco que no fim do trajeto despenca em uma queda bem íngreme. 
O Sea World é bem tranquilo e não tem tantas atrações (muitas são bem similares a de outros parques) comparado com outros. A meu ver é uma parque mais voltado para contemplação dos animais marinhos - para crianças - e com montanhas russas radicais - para adolescentes e pais. Não é um parque que eu indicaria como sendo imperdível, mas valeu a pena conhecer.


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