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terça-feira, 21 de abril de 2015

Pontos turísticos de Foz e visita ao Paraguai

Depois de conhecer as Cataratas do Brasil e da Argentina, reservamos este dia para conhecer a Usina de Itaipu, os pontos turísticos da cidade e ir até o Paraguai conhecer a Ciudad Del Leste. Combinamos com o taxista de nos levar nesses lugares e depois nos buscar, fechando um valor fixo de R$120,00.

Primeiro, seguimos para conhecer a Mesquita, mas como era feriado, ela estava fechada. Então, acabamos só conhecemos por fora e dali seguimos para a Usina.


A Usina Hidrelétrica Binacional de Itaipu é a maior usina hidrelétrica em produção do mundo e reconhecida como uma das maiores obras da engenharia moderna. Hoje, ela é um dos principais pontos turísticos da cidade com ótima estrutura para turistas. Ela é Binacional e administrada por dois países, o Brasil e o Paraguai, produzindo energia para ambos.

A usina oferece vários tipos de passeios, mas existem dois principais que são: o circuito especial, que é mais completo e tem uma duração de 3 horas aproximadamente; e a visita panorâmica, que foi a que escolhemos. Esta última é realizada num ônibus com guia e tem 3 pontos de parada. A duração do passeio é de aproximadamente 1h e 30min.

Compramos nossos ingressos na hora e seguimos para a visita que começa com um filme rápido contando a historia da Usina. Depois, pegamos o ônibus e fomos até a primeira parada que é o vertedouro, cuja função é escoar a água em excesso em épocas chuvosas. 


A segunda parada é na barragem, onde a água é canalizada para a produção da energia. 


A terceira e última parada é no Lago de Itaipu. A usina é praticamente uma cidade de tão grande que é, o ônibus percorre grande parte passando também por cima da barragem. Eu achei que valeu a pena o passeio e confesso que fiquei com gostinho de conhecer melhor o funcionamento da Usina.


Depois desta visita fomos conhecer o Templo Budista, onde só demos uma olhada rápida, e seguimos para o Paraguai. 



Para chegar a Ciudad Del Leste é preciso atravessar a Ponte da Amizade, que tem aproximadamente 500 metros de extensão. Como ela estava em obras, nos recomendaram atravessar a pé e assim fizemos. Em uma rápida caminhada já estávamos do outro lado.

A cidade é muito bagunçada, com muita obra, lixo e camelôs pelas ruas. Em meio a essa confusão, encontramos shoppings sofisticados e lindos por dentro. Chegamos a entrar em alguns, mas os preços não estavam nada atrativos, fomos só para conhecer mesmo. Almoçamos no Café do Shopping Monalisa, onde comemos um sanduíche bem gostoso. Para voltar, também atravessamos a ponte a pé e pegamos o táxi do lado brasileiro.

Uma última dica é de um restaurante de rodizio japonês onde almoçamos, perto do nosso hotel, chamado Club Maki. Eu não sou muito fã de comida japonesa mas meu marido é, e adorou tudo, eu também gostei bastante. O preço foi ótimo e o lugar uma gracinha.

E assim encerramos nossa viagem. Recomendo a todos uma visita a este belo destino turístico.

Obs.: Quem quiser o contato do taxista que contratamos e só me enviar um e-mail solicitando! Recomendo o trabalho dele!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Parque Nacional do Iguaçu

Nosso primeiro passeio em Foz do Iguaçu foi para o Parque Iguaçu, do lado brasileiro, como já comentei no post anterior. Contratamos um táxi que nos cobrou R$100,00 para o transporte de ida e volta do parque. O Parque Nacional do Iguaçu foi criado em 1939, com área de 185.262,2 mil hectares, e em 1986 foi declarado pela UNESCO como Patrimônio Mundial Natural. O parque é bem organizado, limpo e sinalizado, na bilheteria você já encontra lanchonetes, lojinhas de souvenir e venda de passeios diversos.

O valor da entrada é diferenciado de acordo com a nacionalidade; para brasileiros foi R$32,00 por pessoa, na época, que pode ser pago em várias moedas e também no cartão. Para valores atualizados, consultar o site do Parque.

O ingresso inclui o transporte em ônibus panorâmico dentro do parque que te leva a três pontos de parada. A primeira parada dá acesso à trilha do Poço Preto e quase ninguém desce. Como o nome já diz é uma trilha de aproximadamente 10km mata a dentro. O segundo ponto do ônibus é para quem vai fazer o passeio de barco até as cataratas, o Macuco Safári, que falarei mais pra frente.

A terceira e última parada fica em frente ao Hotel das Cataratas, e é a trilha que leva até a Garganta do Diabo. Foi nessa parada que iniciamos o nosso passeio pegando a trilha sem grandes dificuldades de aproximadamente 1,5 km até a Garganta do Diabo.


Em todo o parque, você encontra quatis andando livremente, mas cuidado, se estiver comendo algo, eles vão em cima.



No caminho em meio à mata, já podemos apreciar belas paisagens e depois de muitos degraus e caminhadas chegamos ao mirante principal. Realmente a paisagem é impressionante e lindíssima, o passeio vale muito à pena!



Para chegar mais perto das quedas, tomamos literalmente um banho, impossível não se molhar com a água das cachoeiras, saímos de lá encharcados, mas como estava bem quente, foi ótimo!! Para quem não quiser se molhar, capas são vendidas por R$15,00 ou também é possível reaproveitar as capas deixadas pelos turistas na mureta. 


Subindo pelo caminho que retorna para o ponto do ônibus, pode-se chegar bem perto a uma das quedas. Por ali também se encontra a lanchonete e o restaurante.


Depois de conhecer as cataratas e ficarmos encantados, retornamos para o ônibus em direção à segunda parada, de onde fizemos o passeio Macuco Safári, que custou R$179,00 por pessoa, comprado no local. O passeio completo leva em torno de 2 horas e é dividido em partes. A primeira parte do passeio é em um trem que entra mata a dentro, onde o guia vai explicando sobre a fauna e flora local. A segunda parte é uma trilha na mata de uns 30 minutos, e por fim se chega ao ponto onde pegamos o barco para o passeio que dura uns 20 minutos. Chegando lá, você precisa alugar um armário que custa R$5,00 para guardar seus pertences, já que o passeio molha muito. Também é recomendável levar uma roupa extra para se trocar no final.

O passeio é muito legal e você entra debaixo da água mesmo, e apesar de ser bem caro, vale à pena o banho nas Cataratas, é uma emoção incrível. No final, eles vendem um DVD com as fotos por R$50,00 já que não podemos levar máquina fotográfica sem ser a prova d'Água. 





Não almoçamos no restaurante do parque, achamos o Buffet caro e também não queríamos perder tempo almoçando, fizemos somente um lanche em uma das lanchonetes.

Neste dia, tínhamos planejado de ir ao Parque das Aves, que fica do outro lado da rua, em frente ao parque, mas acabamos desistindo, pois como o parque estava bem cheio acabamos saindo mais tarde do que o previsto.

À noite fomos jantar no Capitão Bar, no Centro. O espaço é bem legal, mas a comida deixou a desejar, acho que demos azar, pois o lugar estava lotado e os garçons não estavam dando conta do serviço.

domingo, 12 de abril de 2015

Foz do Iguaçu: Dicas gerais e primeiras impressões


Vou começar dando dicas da nossa última viagem que foi para a cidade de Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, no carnaval de 2015. Sempre começamos a pesquisar a viagem de carnaval em meados do ano anterior, pois assim conseguimos bons preços de passagem e hospedagem. Dessa vez não foi diferente, conseguimos passagens bem baratas pela Gol e decidimos conhecer as Cataratas do Iguaçu, indicada como uma das 7 maravilhas da natureza, local bem famoso internacionalmente e que estava na minha listinha há tempos mas que sempre acabava ficando para próxima. Nossa viagem foi de sábado a quarta-feira, tempo suficiente para fazer tudo que planejamos. Acredito que 4 dias são suficientes para a cidade.

A cidade é pequena e tem aproximadamente 260 mil habitantes e me pareceu bastante limpa, organizada e segura, não vimos nenhum morador de rua. O trânsito fluía bem sem grandes congestionamentos com ruas bem largas, a não ser perto da entrada dos parques que ficava bem movimentado. No geral, achamos a cidade bem cara em relação aos passeios e restaurantes.

Para hospedagem, escolhemos o Hotel Íbis que também estava num preço ótimo e super recomendo. Fica localizado no Centro que é o melhor lugar para se hospedar, na minha opinião, perto de bares, restaurantes, lojinhas e mercados. O hotel foi inaugurado no final de 2013 é está bem novinho, com preço justo, frigobar, banheiro bom e wi-fi que funciona muito bem no quarto. O café da manhã e estacionamento são pagos à parte.

Para se locomover pela cidade você tem a opção de alugar um carro, andar de táxi ou ônibus. Nós decidimos fazer os passeios com um taxista indicado por um blog amigo. Achamos que foi um ótimo custo-benefício levando em consideração que estávamos em 4 pessoas, além de não termos que nos preocupar com os trajetos nem estacionamento. Além disso, sendo táxi, ele conseguia passar na fronteira da Argentina sem ter que pegar a fila de carros de passeio que estava bem grande todas às vezes que a cruzamos. Para alugar um carro para ir pra Argentina, você precisa ter um seguro chamado Carta Verde. Depois de muito pesquisar nenhuma operadora nos passou confiança de como obtê-lo, então, por esse motivo também, decidimos não alugar carro.

Quanto ao clima, fomos em fevereiro e estava bem quente todos os dias, inclusive à noite. Sugiro passar protetor solar, levar um chapéu e beber bastante água nos parques.

Em relação à moeda, sabíamos que o Parque Iguaçu, do lado argentino, só aceitava pagamento em espécie da moeda local, ou seja, em pesos argentinos. Então trocamos alguns pesos aqui na nossa cidade, o suficiente para a entrada do parque, e o restante passamos no cartão, já que dentro do parque é permitido. O câmbio lá é bem desfavorável em relação ao tradicional, por isso já leve os pesos da sua cidade.


Chegando à cidade, optamos por pegar um táxi agendado com um senhor com quem iríamos fazer os passeios. Do aeroporto ao hotel levou uns 25 minutos. Nos próximos posts contarei sobre os passeios que fizemos por lá.